ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA EM RESPEITO AO ESTATUTO DO DESARMEMENTO

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ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA – A.S.A

MD FUNDADOR RUBINTE CHAGAS DE NAZARÉ

 

 

PEDIDO DE CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA  AOS FUNDADORES  E DIRETORES DA – A.S.A

                   WILLYS BASTOS membro da  ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA inscrito sob nº 179 também Fundador do SAMMEP – Sindicato Art. Moda Modelos e Manequins do Estado do Pará, portador do RG 1628950 SSP/PA CPF 183.916.132-91 neste Procedimento DE PEDIDO DE CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA  AOS FUNDADORES  E DIRETORES DA A.S.A PARA CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA DOS COMPONENTES na intenção  de defender  A INTEGRIDADE MORAL da A.S.A – ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA na Intenção de trazer DISCIPLINA, CONDUTA CÍVICA a Luz da Verdade para uma sociedade mais Digna justa e igualitária combatendo os ilícitos praticados por quem quer que seja na esfera da defesa cível contra a criminalidade; Neste ato COM O PEDIDO DE REUNIÃO EXTRAORDINARIA EM DESFAVOR DO TAL SÓCIO Mario Sergio franco

                                      Venho com todo respeito na presença dos Fundadores e diretores  Homens de Respeito que compõem a ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA MAZÔNIA Guardiões dos Direitos da Civilização Moderna onde  se faz presente A CONCIENCIA CÍVICA pela consolidação das Doutrinas e das regras da boa convivência e da pacificação dos conflitos humanos no idealismo da Ordem e da Justiça na Obstinação com o trato lícito pelo social onde Foram ceifadas milhares e milhares de vidas ao longo dos ajustes sociais e nas infinitas experiências conflitantes ONDE OS PODERES RESPONSAVÉIS POR ESTA NAÇÃO NO TRATO LEGISLATIVO DEPOIS DA IMPLEMENTAÇÃO DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO NOS COLOCOU NO PATAMAR À REDOBRARMOS A VIGILANCIA EM TUDO QUE ENVOLVE ARMAS DE FOGO pela força legislativa da Lei; Não podemos duvidar no que transparece O Respeito d’aqueles que compõem a ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA MAZÔNIA em suas atitudes com o trato social; Pois todos nós que aos rigores disciplinares DA COMPOSIÇÃO HIERARQUICA DA  A.S.A – Associação dos Atiradores da Amazônia dela retirando complacentemente o que poderá melhor servir aos futuros condiscípulos;

       

 

DOS FATOS AXIOMÁTICOS PERTINENTES AO PEDIDO SUMARIO DE AFASTAMENTO DO INDIVIDUO MARIO SERGIO FRANCO

                                                    Nós Atiradores de elite, título este dado sob juramento que deve ser carregado sobre os ombros d’aqueles (as) com o mais alto grau de Respeito, Lisura, Dedicação, Obstinação aos componentes da A.S.A (ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA) redobraremos o respeito com o ESTATUTO DO DESARMAMENTO, pois  à  resiliencia  aos cuidados à Legislação  Republicana.

                                                    Conforme cópias das Carteiras da FEDERAÇÃO PARAENSE DE DESPORTOS E DA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA (em anexo) ambas as carteiras assinadas DESDE 1999 pelo Fundador RUBINETE CHAGAS DE NAZARÉ

EM SÍNTESE:

Como membro da A.S.A  não aceito em hipótese alguma que o referido Indivíduo MARIO SERGIO FRANCO componha nossa associação, a qual pertenço, desde a fundação; Cujo indivíduo vive para tramar contra aqueles que compõem esta HONRADA ENTIDADE; Na  justiça o mesmo responde a inúmeras situações subversivas e também venho denunciar o comportamento do mesmo no meio virtual utilizando-se do e-mail advogado24hrs@bol.com  PARA MACULAR A IMAGEM DOS COMPONENTES DA ASA, que diga se de passagem, inúmeras vezes o referido individuo  INTITULA-SE  VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA, foi advertido na qualidade de VICE-PRESIDENTE CUJA ATA SOMENTE TERIA VALOR SE O MESMO NA SUA ULTIMA OPORTUNIDADE DADA PELO FUNDADOR DESTA HONRADA ENTIDADE SEGUISSE OS RIGORES DISCIPLINARES,  O QUAL NÃO FOI CUMPRIDO, SENDO O MESMO DESCONTITUIDO por ser pessoa que já provou que não pode OCUPAR CARGO DE RELEVANTE PRESTIGIO UMA VEZ PELAS DESOBEDIENCIAS CONTUMAZMENTE PRATICADAS POR SE TRATAR DE UM RELEVANTE CARGO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MEIO SOCIAL.

Vale salientar “Tudo envolta d’aquilo que se observa nas intrínsecas relações complexas da natureza humana à de sempre se elevar no perigo: “ A ordem pública onde não se cumpre a Lei, é mais grave ainda onde não se castiga com a total falta de respeito do individuo MARIO SERGIO FRANCO A MACULAR os componentes da ASA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA

 

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                        Sr. Willys Bastos Inscrição nº 179

Membro da Associação dos Atiradores da Amazônia desde ano-1999

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ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA EM RESPEITO AO ESTATUTO DO DESARMEMENTO

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ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA – A.S.A

MD FUNDADOR RUBINTE CHAGAS DE NAZARÉ

 

 

PEDIDO DE CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA  AOS FUNDADORES  E DIRETORES DA – A.S.A

                   WILLYS BASTOS membro da  ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA inscrito sob nº 179 também Fundador do SAMMEP – Sindicato Art. Moda Modelos e Manequins do Estado do Pará, portador do RG 1628950 SSP/PA CPF 183.916.132-91 neste Procedimento DE PEDIDO DE CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA  AOS FUNDADORES  E DIRETORES DA A.S.A PARA CONVOCAÇÃO EXTRAORDINARIA DOS COMPONENTES na intenção  de defender  A INTEGRIDADE MORAL da A.S.A – ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA na Intenção de trazer DISCIPLINA, CONDUTA CÍVICA a Luz da Verdade para uma sociedade mais Digna justa e igualitária combatendo os ilícitos praticados por quem quer que seja na esfera da defesa cível contra a criminalidade; Neste ato COM O PEDIDO DE REUNIÃO EXTRAORDINARIA EM DESFAVOR DO TAL SÓCIO Mario Sergio franco

                                      Venho com todo respeito na presença dos Fundadores e diretores  Homens de Respeito que compõem a ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA MAZÔNIA Guardiões dos Direitos da Civilização Moderna onde  se faz presente A CONCIENCIA CÍVICA pela consolidação das Doutrinas e das regras da boa convivência e da pacificação dos conflitos humanos no idealismo da Ordem e da Justiça na Obstinação com o trato lícito pelo social onde Foram ceifadas milhares e milhares de vidas ao longo dos ajustes sociais e nas infinitas experiências conflitantes ONDE OS PODERES RESPONSAVÉIS POR ESTA NAÇÃO NO TRATO LEGISLATIVO DEPOIS DA IMPLEMENTAÇÃO DO ESTATUTO DO DESARMAMENTO NOS COLOCOU NO PATAMAR À REDOBRARMOS A VIGILANCIA EM TUDO QUE ENVOLVE ARMAS DE FOGO pela força legislativa da Lei; Não podemos duvidar no que transparece O Respeito d’aqueles que compõem a ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA MAZÔNIA em suas atitudes com o trato social; Pois todos nós que aos rigores disciplinares DA COMPOSIÇÃO HIERARQUICA DA  A.S.A – Associação dos Atiradores da Amazônia dela retirando complacentemente o que poderá melhor servir aos futuros condiscípulos;

       

 

DOS FATOS AXIOMÁTICOS PERTINENTES AO PEDIDO SUMARIO DE AFASTAMENTO DO INDIVIDUO MARIO SERGIO FRANCO

                                                    Nós Atiradores de elite, título este dado sob juramento que deve ser carregado sobre os ombros d’aqueles (as) com o mais alto grau de Respeito, Lisura, Dedicação, Obstinação aos componentes da A.S.A (ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA) redobraremos o respeito com o ESTATUTO DO DESARMAMENTO, pois  à  resiliencia  aos cuidados à Legislação  Republicana.

                                                    Conforme cópias das Carteiras da FEDERAÇÃO PARAENSE DE DESPORTOS E DA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA (em anexo) ambas as carteiras assinadas DESDE 1999 pelo Fundador RUBINETE CHAGAS DE NAZARÉ

EM SÍNTESE:

Como membro da A.S.A  não aceito em hipótese alguma que o referido Indivíduo MARIO SERGIO FRANCO componha nossa associação, a qual pertenço, desde a fundação; Cujo indivíduo vive para tramar contra aqueles que compõem esta HONRADA ENTIDADE; Na  justiça o mesmo responde a inúmeras situações subversivas e também venho denunciar o comportamento do mesmo no meio virtual utilizando-se do e-mail advogado24hrs@bol.com  PARA MACULAR A IMAGEM DOS COMPONENTES DA ASA, que diga se de passagem, inúmeras vezes o referido individuo  INTITULA-SE  VICE-PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA, foi advertido na qualidade de VICE-PRESIDENTE CUJA ATA SOMENTE TERIA VALOR SE O MESMO NA SUA ULTIMA OPORTUNIDADE DADA PELO FUNDADOR DESTA HONRADA ENTIDADE SEGUISSE OS RIGORES DISCIPLINARES,  O QUAL NÃO FOI CUMPRIDO, SENDO O MESMO DESCONTITUIDO por ser pessoa que já provou que não pode OCUPAR CARGO DE RELEVANTE PRESTIGIO UMA VEZ PELAS DESOBEDIENCIAS CONTUMAZMENTE PRATICADAS POR SE TRATAR DE UM RELEVANTE CARGO DE UMA ASSOCIAÇÃO DE RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS AO MEIO SOCIAL.

Vale salientar “Tudo envolta d’aquilo que se observa nas intrínsecas relações complexas da natureza humana à de sempre se elevar no perigo: “ A ordem pública onde não se cumpre a Lei, é mais grave ainda onde não se castiga com a total falta de respeito do individuo MARIO SERGIO FRANCO A MACULAR os componentes da ASA ASSOCIAÇÃO DOS ATIRADORES DA AMAZÔNIA

 

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                        Sr. Willys Bastos Inscrição nº 179

Membro da Associação dos Atiradores da Amazônia desde ano-1999

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PROJETOS SOCIAIS 2012

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SAMMEP SINDICATO ART MODA MODELOS E MANEQUINS DO ESTADO DO PARÁ

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O SAMMEP SINDICATO ART MODA MODELOS E MANEQUINS DO ESTADO DO PARÁ TEM TAREFA DE HERCULES PARA ORGANIZAR O MERCADO DE MODA NO ESTADO DO PARÁ.

EXMO SENHOR DR PROCURADOR GERAL DESTE MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO NO ESTADO DO PARÁ.

NESTA.

 

REFERENTE AO MERCADO DE TRABALHO NA MODA NO ESTADO DO PARÁ CUJA RESPONSABILIDADE E DE TODOS TRABALHADORES

 

 

 

 

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA DAS AGENCIAS DE MODELOS E MANEQUINS E EMPRESAS PUBLICITARIAS DO ESTADO DO PARÁ.

 

SAMMEP-Sindicato Art Moda Modelos e Manequins do Estado do Pará

:DESENVOLVER A PROFISSIONALIZAÇÃO DA PROFISSÃO DE MODELO E MANEQUIM NAS REFLEXÕES À LUZ DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA OU SER TOP MODEL NO ESTADO DO PARÁ E UMA TAREFA QUE EXIGE DO PROFISSIONAL ESFORÇO E DETERMINAÇÃO E SEM O COMPROMISSO DESTE AGENCIA FICA IMPOSSIVEL RESGATAR A MORALIDADE DO MERCADO DE MODA NO ESTADO PARÁ.

                                                         Com as últimas notícias veiculadas na mídia a respeito da anorexia entre as modelos, além da exigência de uma magreza inatingível, podemos verificar a fragilidade nas relações firmadas entre as agências de modelos e as jovens que procuram uma carreira sólida na área.

                                                           Muito embora, existam em nossa legislação regulamentação específica para os casos das modelos que ingressam no mundo fashion, muitas agências ainda não seguem corretamente as normas estipuladas na regulamentação exigida pelo Poder Público.

                                                           Devemos levar em consideração, que os direitos trabalhistas e a saúde de qualquer trabalhador têm respaldo em nossa Constituição Federal de 1988, e mesmo sendo uma exigência mundial que as modelos sejam magras, há que se respeitar sempre a dignidade do trabalhador no ambiente de trabalho, procurando cumprir dessa forma as leis trabalhistas aplicáveis ao caso.

                                                           Portanto, o objetivo deste artigo é procurar dentro do nosso ordenamento jurídico o que é mais justo para se aplicar na relação de trabalho firmada entre as agências e as modelos profissionais, e também servir de alerta às modelos, pais, donos de agências e toda a sociedade.

2.DOS DIREITOS DAS MODELOS PROFISSIONAIS

                                                           O exercício das profissões de artistas e de técnicos em espetáculos de diversões é disciplinado pela Lei n° 6.533/78 e pelo Decreto n° 32.385/78. No quadro anexo ao Decreto supramencionado há um quadro com a descrição das funções em que se desdobram as atividades de artistas e de técnicos em espetáculo de diversão, onde a partir de 03/09/1986 encontram-se as profissões de manequins e modelos, de acordo com a Portaria n° 3.297/86 do Ministério do Trabalho, a saber:

“Portaria Nº 3.297 de 03 de setembro de 1986

O Ministro do Estado do Trabalho, no uso das atribuições que lhe confere o art. 570 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto – lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, tendo em vista o que consta do Enquadramento Sindical, Resolve proceder as seguintes alterações no Quadro de Atividades e Profissões a que se refere o art. 577, do mencionado diploma legal:

•  Suprimir, no 2º grupo – Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística – do plano da Confederação Nacional dos Trabalhadores Em Estabelecimentos de Educação e Cultura, a categoria profissional diferenciada “Manequins e Modelos”.

•  Integrar, os “Manequins e Modelos” na categoria profissional diferenciada – “Artistas e técnicos em espetáculos de diversões (cenógrafos e cenotécnicos, atores teatrais, inclusive corpos corais e bailados, atores cinematográficos e trabalhadores circenses)” , do mesmo grupo e plano, a qual, em conseqüência, passará denominar-se “Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (cenógrafos e cenotécnicos, atores teatrais, inclusive corpos corais e bailados, atores cinematográficos e trabalhadores circenses, manequins modelos)”. [1]

                                                           Outrossim, o SAMMEP – Sindicato ART MODA  Modelos Profissionais do PARÁ, forneceu dados de suma importância, como: a) em 2002 resolveu-se que a profissão de modelo é gênero; b) ratificou-se o entendimento que manequim é espécie do gênero modelo; c) houve uma divisão do gênero modelo de acordo com o Quadro de Atividades e Profissões : 1) onde o código 4.53.05 significa modelo artístico que subdivide-se em modelo de vitrine, estátua viva e manequim vivo, 2) onde o código 4.53.10 significa modelo de moda que subdivide-se em manequim e modelo de prova; 3) onde o código 4.53.15 significa modelo publicitário, ou seja, modelo fotográfico e modelo de eventos, feiras e promoções em geral.

                                                           Sendo assim, a profissão das modelos é regulamentada no ordenamento brasileiro. Mas, muitas agências de modelos burlam a lei, e não cumprem o que lhes é devido, e isso ocorre justamente porque a parte mais frágil na relação, ou seja, a jovem modelo, não conhece seus direitos ou pior: tem medo de reivindicar seus direitos, e não conseguir mais trabalhos na área.

                                                           Ao contrário do que muitos pensam, é possível o reconhecimento do vínculo de emprego com as agências, desde que coexistentes todos os requisitos elencados no artigo 3° da CLT, tais como: pessoalidade, onerosidade, permanência ou não-eventualidade, subordinação e a exclusividade. Este último requisito é acidental, mas auxilia na caracterização da relação de emprego, por permitir que se infira a presença dos elementos essenciais supra.

                                                           A renomada Juíza Alice Monteiro de Barros citando Roberto Barreto Prado, trata da subordinação do artista da seguinte forma: “‘O artista objetiva produzir coisas belas, ou ao menos, se apresenta em suas atividades como executante desses ideais. A autonomia que lhe é reconhecida decorre da magnífica relevância da própria Arte’. ‘Ocorre que essa autonomia é inerente ao trabalho de “criação” ou “interpretação”, mas não afasta, contudo, a subordinação jurídica, especialmente porque o artista, em geral, não exerce suas atividades individualmente’. ‘Para que sua obra seja divulgada ao público que dela vai se beneficiar, há necessidade de empresas que, sem prejuízo dos seus fins lucrativos, assegurem a realização dos espetáculos artísticos’.”[2] Logo, esse entendimento também deve ser dado no caso das modelos em geral.

                                                           Logo, se uma agência exige exclusividade para contratar determinada modelo, há vínculo de emprego, pois estarão se limitando os trabalhos dessa modelo apenas aos que a agência quiser. Outra questão ainda mais grave é, que a partir do momento em que há exclusividade, a agência obviamente visará lucro com esse contrato, pois muitas vezes fica com até 30%[3] do que a modelo profissional ganha por trabalho, o que poderá acarretar uma sobrecarga na modelo, inclusive acarretar problemas de saúde (tanto físicos como mentais).Ademais, o artista (podemos incluir as modelos também) de acordo com Alice Monteiro de Barros, “distinguem-se dos demais trabalhadores porque por meio de sua obra, comunica-se com o público. Em conseqüência, surgem novos fatores no exercício de sua profissão, como o risco da censura e as pressões provenientes do fato de se encontrar muito exposto a elogios e críticas, nos meios de comunicação. Logo, o êxito ou o fracasso de cada atuação repercutirá, sem dúvidas, nas suas perspectivas de emprego.” [4]

                                                           Os modelos profissionais têm como direitos trabalhistas CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social; jornada de trabalho de 6 horas; contrato de trabalho padronizado, nos termos de instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho; hora extra; respeito ao piso salarial da categoria; 13° salário, aviso prévio; FGTS, multa de 40% sob o FGTS no caso de rescisão sem justa causa, férias; inclusive os contidos no artigo 7° da CF/88; dentre outros.

                                                           Quanto ao piso salarial da categoria, no Rio de Janeiro o modelo deve ganhar por dia de trabalho (máximo 6 horas) o valor de R$ 100,00 (cem reais). Isso não quer dizer, que nesse valor esteja embutido o uso da imagem. Assim, se um modelo fotográfico faz fotos para uma revista de moda, deve receber no mínimo R$ 100,00 por seis horas de trabalho, mais R$ 100,00 no mínimo para o uso da imagem[5] (que será sempre o cobrado pela diária trabalhada) [6]. Vale ressaltar, que essa autorização tem validade pelo prazo de 180 dias. Caso seja excedida a jornada de seis horas, o modelo deverá receber pelas horas extras trabalhadas.

3.DAS MODELOS PROFISSIONAIS MENORES DE IDADE

 

 

                                                           De acordo com o artigo 6°, inciso XXXIII da CF/88, “é proibido trabalho noturno, perigoso e insalubre a menores de 18 (dezoito) e de qualquer trabalho a menores de 16 (dezesseis) anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos”.

                                                           No caso das modelos, os trabalhos publicitários ou desfiles só podem ser executados a partir dos 16 anos de idade. Neste caso, vale ressaltar que as jovens são relativamente incapazes, devendo ser assistidas por seus pais ou responsáveis quando forem assinar o contrato com a agência. Quanto aos direitos trabalhistas, são os mesmos das modelos maiores de 18 anos.

                                                           Já no caso das modelos menores de dezesseis anos, há a necessidade de uma autorização do Juiz da Infância e Juventude, para que possam trabalhar antes de completarem dezesseis anos de acordo com o artigo 149 do Estatuto da Criança e Adolescente, onde fica claro “compete à autoridade judiciária , disciplinar através de portaria, ou autorizar mediante alvará: a entrada e permanência de crianças e adolescente, desacompanhados dos pais ou responsável em estúdios cinematográficos, teatros, rádio e televisão, espetáculos públicos e seus ensaios, e certames de beleza.”

                                                           Há uma Portaria de n° 03/99 no Estado do Rio de Janeiro, que em seu artigo 25 estipula que o pedido de participação de crianças e adolescentes em espetáculos públicos e ensaios, eventos em geral, gravações e certames de beleza, deve ser instruído com as seguintes informações e documentos: procuração para o advogado,; qualificação completa do promotor do evento; local, data e horário de início e término do evento; autorização para a participação da criança ou adolescente no evento requerido e declaração contendo série, grau e estabelecimento em que o participante está matriculado e freqüentando as aulas; bem como que o mesmo possui atestado médico com informações de estar em perfeitas condições de saúde física e mental, sinopse especificando a participação da criança ou adolescente, quando for o caso; cópia do registro de Nascimento do participante e cópia da carteira de identidade do declarante e laudo técnico quando for o caso.[7]

                                                           Frise-se que as modelos profissionais menores de 18 anos, jamais poderão trabalhar no horário noturno, ou em lugares insalubres ou perigosos, respeitando-se sempre a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento, conforme o disposto no artigo 69 do ECA.

                                                           Desde já me posiciono contra o trabalho de modelos profissionais menores de 16 anos em qualquer hipótese. Se o trabalho infantil é proibido nas lavouras, nas mineradoras, nas eleições, por que então permitir-se mesmo com alvará judicial que menores de 16 anos trabalhem como modelos profissionais, inclusive ficando longe da família, sozinhas em outro país, muitas vezes sem dinheiro suficiente para garantir o mínimo para sobreviver, tal como a modelo vítima de anorexia?

                                                           Será que uma jovem de 13 ou 14 anos tem capacidade e auto-estima suficientes para respeitar a sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento? Será que se uma agência de modelos exigir que a mesma emagreça, mesmo já estando abaixo do peso, ela terá discernimento para dizer Não?

4.DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

DA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

                                                           A República Federativa do Brasil tem como fundamentos a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho (art. 1° da CF/88). São princípios relativos à organização do Estado, ou seja, se não forem respeitados por todos, haverá total desrespeito ao Estado Democrático de Direito, uma vez que não se estará visando desta forma o bem comum.

                                                           Na lição de José Afonso da Silva, citando André Lalande[8], “‘fundamento’ é um termo tirado da Arquitetura, e significa aquilo sobre qual repousa certa ordenação ou conjunto de conhecimento, aquilo que dá a alguma coisa sua existência ou sua razão de ser, aquilo que legitima a existência de alguma coisa.” Diz ainda o autor que “Nesse sentido, aqueles fundamentos da República Federativa do Brasil são as bases sobre as quais ela assenta enquanto Estado Democrático de Direito. Faltando um daqueles fundamentos indicados no art. 1º, a República Federativa não se caracterizará como Estado Democrático de Direito. Isso quer dizer, como já acenado antes, que aqueles fundamentos são do Estado Democrático de Direito. Este é que tem sua existência, sua razão de ser, sua legitimidade, assentadas naqueles fundamentos. “Fundamento” pode significar, também, elemento primordial de um ser.”

                                                           Sendo assim, é obrigação de todos zelar pela dignidade da pessoa humana, eis que trata-se de um direito fundamental preconizado na Constituição Federal de 1988. Entretanto, é importante que a definição de dignidade da pessoa humana seja bem definida dentro da sociedade. Por dignidade podemos entender que é a honra, a decência, o decoro, a respeitabilidade, o brio, o puder, o amor-próprio, o respeito a si mesmo.

                                               Em suma, toda vez que uma pessoa sinta que seu amor próprio foi ferido, ou sinta que está sendo desrespeitada sua honra ou decoro, estamos diante de total afronta a dignidade da pessoa humana.

                                                           Há que se ressaltar, que quando se afronta também direitos da personalidade (que é o primeiro bem da pessoa, que lhe pertence como primeira utilidade, para que ela possa ser o que é, para sobreviver e se adaptar às condições do ambiente em que se encontra, servindo-lhe de critério para aferir, adquirir e ordenar outros bens[9]), tais como a vida, a integridade física e psíquica, a liberdade, a imagem, a privacidade, fere-se diretamente a dignidade da pessoa humana, tendo em vista serem direitos subjetivos próprios da pessoa absolutos, inatos, indisponíveis, intransmissíveis, irrenunciáveis, imprescritíveis, impenhoráveis e inexpropriáveis.

                                                           No caso em discussão, primordialmente deve ser destacado dentre os direitos da personalidade, a integridade física e moral. A jovem modelo (algumas ainda crianças) devem ter asseguradas sua integridade física e moral, mesmo porque seu corpo ainda está em desenvolvimento, o que pode acarretar em grandes malefícios à sua saúde.

                                                           De acordo com o artigo 196 da CF/88, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” (grifo nosso).

                                                           Logo, o Estado tem o dever de zelar pela saúde de todos os brasileiros e estrangeiros que residam no país. E este dever se estende a criação de leis e regulamentos na área trabalhista, visando a redução de riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança, conforme o disposto no art. 7º, inciso XXII da CF/88, que trata dos direitos dos trabalhadores, para que assim prevaleça um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito, qual seja, os valores sociais do trabalho.

                                                           Por isso, a exigência de modelos cada vez mais magras, podendo acarretar uma anorexia ou bulimia ou até a morte, deve ser tratado também na esfera trabalhista, pois se há a possibilidade do reconhecimento do vínculo empregatício com as agências de modelos, o descumprimento de direitos constitucionais pode gerar uma indenização por dano moral na Justiça do Trabalho.

                                                           O próprio artigo 27 da lei n° 6.533/78, diz que “nenhum artista ou técnico em espetáculos de diversão será obrigado a interpretar ou participar de trabalho possível de pôr em risco sua integridade física ou moral”.

                                                           Logo, é dever das agências zelar pela saúde das modelos que fazem parte do seu cast, exigindo atestados médicos ao efetuarem a contratação do jovem aspirante a modelo, e exames periódicos durante toda relação de emprego. Assim, a agência estará não só protegendo a saúde das modelos, como também estará se resguardando de futuros processos judiciais, pois se deixar de cumprir uma obrigação legal (as agências de modelos assumem os riscos da atividade econômica como qualquer outro empregador), poderá ser compelida a pagar uma indenização por danos morais a modelo que venha a desenvolver problemas de saúde provenientes de sua negligência como empregadora.

                                                           Frise-se que, se a agência exigir que a modelo fique abaixo do peso como pré-requisito para mantê-la no cast, ou passe a discriminá-la não repassando mais trabalhos publicitários, mesmo seu IMC estando abaixo do normal (o que não deve mais ser permitido), já dará ensejo a indenização por danos morais diante da afronta literal ao princípio da dignidade da pessoa humana.

5.CONCLUSÃO

                                                           Diante do exposto, a conclusão que se chega é de que os profissionais que trabalham na área da moda precisam se adequar às leis trabalhistas existentes no Brasil, uma vez que ninguém está imune a elas.

                                                           O respeito a dignidade da pessoa humana, bem como o respeito a pessoa em desenvolvimento devem servir de base para o tratamento dado pelas agências às modelos profissionais.

                                                           Igualmente, há a necessidade de uma atuação do Ministério Público do Trabalho de forma preventiva e repressiva para que as agências de modelo cumpram a lei. Isto poderá ser feito através dos Termos de Ajuste de Conduta – TAC, que o MPT costuma firmar com as empresas quando normas mínimas de trabalho não estão sendo cumpridas. O objeto de um Tac é o ajustamento da conduta, ou seja, uma obrigação de fazer ou não fazer, ou alguma cominação para o caso de descumprimento, além de gerar a formação de um título extrajudicial [10].

                                                           É inadmissível que jovens menores de 14 anos trabalhem como modelos profissionais, ou participem de concursos para a escolha da mais bonita do ano. São pessoas em desenvolvimento, que deveriam estar apenas estudando, e não em busca de profissionalização. Há leis que devem ser cumpridas, inclusive a Convenção n°138 da Organização Internacional do Trabalho que trata do assunto em seu artigo 3°, a saber: “Não será inferior a dezoito anos a idade mínima para a admissão a qualquer tipo de emprego ou trabalho que, por sua natureza ou circunstâncias em que for executado, possa prejudicar a saúde, a segurança e a moral do adolescente. 2. Serão definidos por lei ou regulamentos nacionais ou pela autoridade competente, após consulta às organizações de empregadores e de trabalhadores concernentes, se as houver, as categorias de emprego ou trabalho às quais se aplica o parágrafo 1 deste Artigo. 3. Não obstante o disposto no parágrafo 1 deste Artigo, a lei ou regulamentos nacionais ou a autoridade competente poderá, após consultar as organizações de empregadores e de trabalhadores concernentes, se as houver, autorizar emprego ou trabalho a partir da idade de dezesseis anos, desde que estejam plenamente protegidas a saúde, a segurança e a moral dos adolescentes envolvidos e lhes seja proporcionada instrução ou treinamento adequado e específico no setor da atividade pertinente.”

                                                           Sendo assim, a preocupação com a saúde das jovens trabalhadoras é mundial, e se o Brasil ratificou uma Convenção que trata do assunto, todos devem cumprir o que ali está disposto.

                                                           Ademais, modelo significa pessoa que por sua importância ou perfeição é digno de servir de exemplo[11]. Servir de exemplo de beleza, de saúde, de respeitabilidade e de sucesso.

DA FISCALIZAÇÃO E NOME DE AGENCIAS:

  1. Modelos e ManequinsAgênciasBelém – PA – TeleListas.net

TeleListas.net – Modelos e ManequinsAgênciasBelém – PA. Encontre aqui agência de modelo e manequim para eventos, desfiles e produções.

 

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Recepcionistas, modelos, manequins, atores, artistas, figurantes. Garotas e garotos para distribuição de panfletos, folders e propagandas
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  1. Belém | Pará

Hotel Grão Pará. Avenida Presidente Vargas, 718 – Campina CEP 66017-000 – Belém – PA Tel: 91 3242-8073 | 91 3321-2121. Ver Mapa Indique
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  1. Russo Models – Reduto – Agências – Rua Aristides Lobo, 1088

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Denúncia

As denúncias podem ser feitas através de:

O que denunciar?

Trabalho com MODELOS E MANEQUINS SEM CONTRATO ASSINADO comCrianças e Adolescentes:

  • É proibido o trabalho de crianças e adolescentes menores de 16 anos.
  • É proibido o trabalho noturno e em ambientes perigosos e insalubres de menores de 18 anos.
  • O adolescente entre 14 e 24 anos tem direito à aprendizagem no trabalho.
  • O menor trabalhador tem direito ao salário-mínimo e demais garantias trabalhistas.

Trabalho Escravo/Forçado – É Proibido:

  • Restringir a liberdade de ir e vir do empregado.
  • Manter empregado por dívidas.
  • O trabalho além de oito horas diárias ou 44 horas semanais.
  • Manter empregado sem condições mínimas de conforto e segurança.

Discriminação no Trabalho – É Proibido:

  • Discriminar trabalhador por motivo de sexo, idade, cor, estado civil, religião ou aparência física.
  • Discriminar empregado por ser deficiente físico.
  • Praticar qualquer ato que viole a intimidade do empregado, como revistas, vigilância exessiva e fiscalização de objetos pessoais.
  • Discriminar empregado acidentado e em readaptação na empresa.
  • Assediar moral e sexualmente o empregado.
  • Exigir teste de gravidez ou esterilização à empregada-mulher.
  • Exigir teste HIV de empregado.
  • Discriminar empregado que mantém reclamação trabalhista contra empresa.

Segurança e Medicina do Trabalho – É Proibido:

  • Manter empregado em ambiente de trabalho penoso, insalubre ou perigoso, sem pagamento de adicional devido.
  • Manter empregado sem o uso de equipamento de proteção individual (EPI).
  • O trabalho de menor de 18 anos em ambiente insalubre ou perigoso.
  • Manter empregado operando máquinas e equipamentos sem treinamento prévio e sem condições de segurança.
  • Manter empregado trabalhando em jornada excessiva, acima dos limites legais de 8 horas diárias e 44 horas semanais (ressalvada a possibilidade do acréscimo de no máximo 2 horas em caso de trabalho extraordinário, mediante pagamento do adicional devido ou compensação.
  • Deixou de emitir CAT ao INSS em caso de acidente do trabalho ou doença ocupacional.

Relações Coletivas do Trabalho – É Proibido:

  • Irregularidades no desconto de contribuições sindicais.
  • Cobrança indevida de taxas para homologação de Termo de Rescisão contratual pelos sindicatos.
  • Descumprimento de cláusulas de Acordo e/ou Convenção Coletiva de Trabalho (banco de horas, flexibilização, jornada de trabalho e outras).
  • Inobservância da legislação portuária/aquaviária.
  • Irregularidade e/ou discriminação na contratação de trabalhadores Registrados e Cadastrados.
  • Acordo coletivo de trabalho – Inexistência de autorização legal dos trabalhadores interessados
  • Cláusulas pactuadas em prejuízo destes obreiros.
  • Greve – Manutenção dos serviços essenciais.
  • Sindicatos Inoperantes.
  • Comissão de Conciliação Prévia – Irregularidade na cobrança de taxas, honorários e/ou emolumentos.

Fraudes nas Relações do Trabalho – É Proibido:

  • Contratar estagiários sem o cumprimento dos requisitos legais.
  • Contratar prestadores de serviços, parceiros, voluntários ou outras formas de contratação, quando o trabalhador presta serviços com habitualidade, subordinação, pessoalidade e mediante pagamento de salários.
  • Utilizar cooperativas como meras intermediadoras de mão-de-obra.
  • A simples locação de mão-de-obra.
  • A terceirização de atividade-fim de empresa.
  • A coação de trabalhadores para participarem como sócios de empreendimentos ou coação para formação de uma empresa.
  • A contratação de voluntários sem o cumprimento de todos os requisitos legais.
  • O desvirtuamento do trabalho temporário.
  • A contratação de avulsos sem o cumprimento de todos os requisitos legais.
  • O desvirtuamento dos contratos de representação comercial.
  • A sucessão fraudulenta de empregadores, em prejuízo dos empregados vinculados ao antigo empregador.
  • A utilização de sócios “laranjas” nas empresas (em substituição aos verdadeiros donos do negócio).

DO PEDIDO:

MD PROPRIETARIO DESTA AGENCIA  PARA COIBIR A DESORGANIZAÇÃO MERCADOLOGICA DOS MODELOS E MANEQUINS TÃO EXPLORADOS.

PEDIMOS QUE CONVÊNIE-SE E/OU/SINDICALIZE-SE PARA EVITAR PROBLEMAS JURÍDICOS E ANTECIPADAMENTE JÁ ESTAMOS DEFERINDO SEU PEDIDO E APROVEITAMOS SUA COLABORAÇÃO E COMUNICAR REUNIÃO NO SESC BOULEVARD AO QUAL AVISAREMOS COM 3 DIAS DE ANTECEDENCIA PARA TRATARMOS ASSUNTOS DA ORGANIZAÇÃO DO MERCADO DA MODA JUNTO AO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO.

POR SER DE JUSTIÇA

………………………………………………………………………………………

Diretor Geral: ADAUTO DOS SANTOS MELO

………………………………………………………………………………

. WILLYS BASTOS

FUNDADOR DO SAMMEP 91-30813199/82593888.

End.: R. XV de Novembro n 29,  –, Sala:nº 802.

Bairro: Cidade Velha Belém-Pa CEP: 66013-070 Fone: (91) 3081-3199 / 8733-3078)

E-mail’s: willys_bastos@r7.com, willys_bastos@hotmail.com, willysbastos@yahoo.com                     Facebook: willys bastos bastos / Sites  disponíveis no GOOGLE acesse SAMMEP

sammep.blogspot.com / sammep.tumblr.com / sammep.arteblog.com.br e outros.


[1] Esta Portaria dos Manequins ocorreu por meio do Despacho do Ministro do Estado do Trabalho, Sr. Almir Pazzianotto Pinto.

[2] BARROS, Alice Monteiro de. “As relações de trabalho no espetáculo”.São Paulo/2003. LTR editora Ltda., p.101.

[3] “DNA e pobreza” definem a futura top model brasileira”. Ilustrada. Folha de São Paulo. 28/11/2006. Dados retirados da Internet. A seguir parte da reportagem: “Se fizer um editorial de moda, horas à disposição de fotógrafos e editores, R$ 70 a R$ 80. A São Paulo Fashion Week pagará uma média de R$ 400 por desfile dessas “new faces” (novatas). Se a marca de roupas ou acessórios quiser fazer desfiles exclusivos para suas clientes, o que se chama de “showroom”, então a menina receberá de R$ 200 a R$ 400 por um dia inteiro de trabalho. Dessa quantia, a agência ficará com 30%.

[4] BARROS, Alice Monteiro de. Op.cit, p. 101/102.

[5] A modelo detém direitos sobre seu trabalho, inclusive para autorizar sua reprodução nos meios de comunicação.

[6] Dados fornecidos pelo Sindicato dos Modelos Profiss – SAMMEP.

[7] BARROS, Alice Monteiro de. Op.cit, p. 32/33.

[8] SILVA, José Afonso da. “Comentário Contextual à Constituição”, 1ª ed. São Paulo. Malheiros Editores Ltda., p. 35. Nesta página o autor cita André Lalande, verbete “Fondement, Vocabulaire Téchnique et critique de la Philosophie, 15ºed.

[9] DINIZ, Maria Helena. “Código Civil Anotado”, 9ª ed., São Paulo/2003. Editora Saraiva, p. 27. Para a definição de Personalidade a Doutrinadora cita Goffredo Telles Jr.

[10] MAZZILI, Hugo Nigro. “Tutela dos Interesses Difusos e Coletivo”, São Paulo/2002. Edições Paloma, p. 79/80.

[11] Definição do Dicionário Aurélio Básico da Língua Portuguesa.

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TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA DO MERCADO DA CLASSE TRABALHADORA NA MODA NOS ESTADO DO PARÁ.

REFERENTE AO MERCADO DE TRABALHO NA MODA NO ESTADO DO PARÁ

CUJA RESPONSABILIDADE E DE TODOS TRABALHADORES

 

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA DAS AGENCIAS DE MODELOS E MANEQUINS E EMPRESAS PUBLICITARIAS DO ESTADO DO PARÁ.

 

SAMMEP- Sindicato Art. Moda Modelos e Manequins do Estado do Pará

: DESENVOLVER A PROFISSIONALIZAÇÃO DA PROFISSÃO DE MODELO E MANEQUIM NAS REFLEXÕES À LUZ DA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA OU SER TOP MODEL NO ESTADO DO PARÁ E UMA TAREFA QUE EXIGE DO PROFISSIONAL ESFORÇO E DETERMINAÇÃO E SEM O COMPROMISSO DESTE AGENCIA FICA IMPOSSIVEL RESGATAR A ORGANIZAÇÃO DA FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL PARA A MORALIDADE DO MERCADO DE MODA NO ESTADO PARÁ.

                                                         Com as últimas notícias veiculadas na mídia a respeito da anorexia entre as modelos, além da exigência de uma magreza inatingível, podemos verificar a fragilidade nas relações firmadas entre as agências de modelos e as jovens que procuram uma carreira sólida na área.

                                                           Muito embora, existam em nossa legislação regulamentação específica para os casos das modelos que ingressam no mundo fashion, muitas agências ainda não seguem corretamente as normas estipuladas na regulamentação exigida pelo Poder Público.

                                                           Devemos levar em consideração, que os direitos trabalhistas e a saúde de qualquer trabalhador têm respaldo em nossa Constituição Federal de 1988, e mesmo sendo uma exigência mundial que as modelos sejam magras, há que se respeitar sempre a dignidade do trabalhador no ambiente de trabalho, procurando cumprir dessa forma as leis trabalhistas aplicáveis ao caso.

                                                           Portanto, o objetivo deste artigo é procurar dentro do nosso ordenamento jurídico o que é mais justo para se aplicar na relação de trabalho firmada entre as agências e as modelos profissionais, e também servir de alerta às modelos, pais, donos de agências e toda a sociedade.

2.DOS DIREITOS DAS MODELOS PROFISSIONAIS

                                                           O exercício das profissões de artistas e de técnicos em espetáculos de diversões é disciplinado pela Lei n° 6.533/78 e pelo Decreto n° 32.385/78. No quadro anexo ao Decreto supramencionado há um quadro com a descrição das funções em que se desdobram as atividades de artistas e de técnicos em espetáculo de diversão, onde a partir de 03/09/1986 encontram-se as profissões de manequins e modelos, de acordo com a Portaria n° 3.297/86 do Ministério do Trabalho, a saber:

“Portaria Nº 3.297 de 03 de setembro de 1986

O Ministro do Estado do Trabalho, no uso das atribuições que lhe confere o art. 570 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto – lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, tendo em vista o que consta do Enquadramento Sindical, Resolve proceder as seguintes alterações no Quadro de Atividades e Profissões a que se refere o art. 577, do mencionado diploma legal:

•  Suprimir, no 2º grupo – Trabalhadores em Empresas de Difusão Cultural e Artística – do plano da Confederação Nacional dos Trabalhadores Em Estabelecimentos de Educação e Cultura, a categoria profissional diferenciada “Manequins e Modelos”.

•  Integrar, os “Manequins e Modelos” na categoria profissional diferenciada – “Artistas e técnicos em espetáculos de diversões (cenógrafos e cenotécnicos, atores teatrais, inclusive corpos corais e bailados, atores cinematográficos e trabalhadores circenses)” , do mesmo grupo e plano, a qual, em conseqüência, passará denominar-se “Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões (cenógrafos e cenotécnicos, atores teatrais, inclusive corpos corais e bailados, atores cinematográficos e trabalhadores circenses, manequins modelos)”. [1]

                                                           Outrossim, o SAMMEP – Sindicato ART MODA  Modelos Profissionais do PARÁ, forneceu dados de suma importância, como: a) em 2002 resolveu-se que a profissão de modelo é gênero; b) ratificou-se o entendimento que manequim é espécie do gênero modelo; c) houve uma divisão do gênero modelo de acordo com o Quadro de Atividades e Profissões : 1) onde o código 4.53.05 significa modelo artístico que subdivide-se em modelo de vitrine, estátua viva e manequim vivo, 2) onde o código 4.53.10 significa modelo de moda que subdivide-se em manequim e modelo de prova; 3) onde o código 4.53.15 significa modelo publicitário, ou seja, modelo fotográfico e modelo de eventos, feiras e promoções em geral.

Sendo assim, a profissão das modelos é regulamentada no ordenamento brasileiro. Mas, muitas agências de modelos burlam a lei, e não cumprem o que lhes é devido, e isso ocorre justamente porque a parte mais frágil na relação, ou seja, a jovem modelo, não conhece seus direitos ou pior: tem medo de reivindicar seus direitos, e não conseguir mais trabalhos na área.

                                                           Ao contrário do que muitos pensam, é possível o reconhecimento do vínculo de emprego com as agências, desde que coexistentes todos os requisitos elencados no artigo 3° da CLT, tais como: pessoalidade, onerosidade, permanência ou não-eventualidade, subordinação e a exclusividade. Este último requisito é acidental, mas auxilia na caracterização da relação de emprego, por permitir que se infira a presença dos elementos essenciais supra.

                                                           A renomada Juíza Alice Monteiro de Barros citando Roberto Barreto Prado, trata da subordinação do artista da seguinte forma: “‘O artista objetiva produzir coisas belas, ou ao menos, se apresenta em suas atividades como executante desses ideais. A autonomia que lhe é reconhecida decorre da magnífica relevância da própria Arte’. ‘Ocorre que essa autonomia é inerente ao trabalho de “criação” ou “interpretação”, mas não afasta, contudo, a subordinação jurídica, especialmente porque o artista, em geral, não exerce suas atividades individualmente’. ‘Para que sua obra seja divulgada ao público que dela vai se beneficiar, há necessidade de empresas que, sem prejuízo dos seus fins lucrativos, assegurem a realização dos espetáculos artísticos’.”[2] Logo, esse entendimento também deve ser dado no caso das modelos em geral.

                                                           Logo, se uma agência exige exclusividade para contratar determinada modelo, há vínculo de emprego, pois estarão se limitando os trabalhos dessa modelo apenas aos que a agência quiser. Outra questão ainda mais grave é, que a partir do momento em que há exclusividade, a agência obviamente visará lucro com esse contrato, pois muitas vezes fica com até 30%[3] do que a modelo profissional ganha por trabalho, o que poderá acarretar uma sobrecarga na modelo, inclusive acarretar problemas de saúde (tanto físicos como mentais).Ademais, o artista (podemos incluir as modelos também) de acordo com Alice Monteiro de Barros, “distinguem-se dos demais trabalhadores porque por meio de sua obra, comunica-se com o público. Em conseqüência, surgem novos fatores no exercício de sua profissão, como o risco da censura e as pressões provenientes do fato de se encontrar muito exposto a elogios e críticas, nos meios de comunicação. Logo, o êxito ou o fracasso de cada atuação repercutirá, sem dúvidas, nas suas perspectivas de emprego.” [4]

                                                           Os modelos profissionais têm como direitos trabalhistas CTPS – Carteira de Trabalho e Previdência Social; jornada de trabalho de 6 horas; contrato de trabalho padronizado, nos termos de instruções a serem expedidas pelo Ministério do Trabalho; hora extra; respeito ao piso salarial da categoria; 13° salário, aviso prévio; FGTS, multa de 40% sob o FGTS no caso de rescisão sem justa causa, férias; inclusive os contidos no artigo 7° da CF/88; dentre outros.

                                                           Quanto ao piso salarial da categoria, no Rio de Janeiro o modelo deve ganhar por dia de trabalho (máximo 6 horas) o valor de R$ 100,00 (cem reais). Isso não quer

dizer, que nesse valor esteja embutido o uso da imagem. Assim, se um modelo fotográfico faz fotos para uma revista de moda, deve receber no mínimo R$ 100,00 por seis horas de trabalho, mais R$ 100,00 no mínimo para o uso da imagem[5] (que será sempre o cobrado pela diária trabalhada) [6]. Vale ressaltar, que essa autorização tem validade pelo prazo de 180 dias. Caso seja excedida a jornada de seis horas, o modelo deverá receber pelas horas extras trabalhadas.

3.DAS MODELOS PROFISSIONAIS MENORES DE IDADE

 

 

                                                           De acordo com o artigo 6°, inciso XXXIII da CF/88, “é proibido trabalho noturno, perigoso e insalubre a menores de 18 (dezoito) e de qualquer trabalho a menores de 16 (dezesseis) anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos”.

                                                           No caso das modelos, os trabalhos publicitários ou desfiles só podem ser executados a partir dos 16 anos de idade. Neste caso, vale ressaltar que as jovens são relativamente incapazes, devendo ser assistidas por seus pais ou responsáveis quando forem assinar o contrato com a agência. Quanto aos direitos trabalhistas, são os mesmos das modelos maiores de 18 anos.

                                                           Já no caso das modelos menores de dezesseis anos, há a necessidade de uma autorização do Juiz da Infância e Juventude, para que possam trabalhar antes de completarem dezesseis anos de acordo com o artigo 149 do Estatuto da Criança e Adolescente, onde fica claro “compete à autoridade judiciária , disciplinar através de portaria, ou autorizar mediante alvará: a entrada e permanência de crianças e adolescente, desacompanhados dos pais ou responsável em estúdios cinematográficos, teatros, rádio e televisão, espetáculos públicos e seus ensaios, e certames de beleza.”

                                                           Há uma Portaria de n° 03/99 no Estado do Rio de Janeiro, que em seu artigo 25 estipula que o pedido de participação de crianças e adolescentes em espetáculos públicos e ensaios, eventos em geral, gravações e certames de beleza, deve ser instruído com as seguintes informações e documentos: procuração para o advogado,; qualificação completa do promotor do evento; local, data e horário de início e término do evento; autorização para a participação da criança ou adolescente no evento requerido e declaração contendo série, grau e estabelecimento em que o participante está matriculado e freqüentando as aulas; bem como que o mesmo possui atestado médico com informações de estar em perfeitas condições de saúde física e mental, sinopse especificando a participação da criança ou adolescente, quando for o caso; cópia do registro de Nascimento do participante e cópia da carteira de identidade do declarante e laudo técnico quando for o caso.[7]

Frise-se que as modelos profissionais menores de 18 anos, jamais poderão trabalhar no horário noturno, ou em lugares insalubres ou perigosos, respeitando-se sempre a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento, conforme o disposto no artigo 69 do ECA.

                                                           Desde já me posiciono contra o trabalho de modelos profissionais menores de 16 anos em qualquer hipótese. Se o trabalho infantil é proibido nas lavouras, nas mineradoras, nas eleições, por que então permitir-se mesmo com alvará judicial que menores de 16 anos trabalhem como modelos profissionais, inclusive ficando longe da família, sozinhas em outro país, muitas vezes sem dinheiro suficiente para garantir o mínimo para sobreviver, tal como a modelo vítima de anorexia?

                                                           Será que uma jovem de 13 ou 14 anos tem capacidade e auto-estima suficientes para respeitar a sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento? Será que se uma agência de modelos exigir que a mesma emagreça, mesmo já estando abaixo do peso, ela terá discernimento para dizer Não?

4.DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA

DA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

                                                           A República Federativa do Brasil tem como fundamentos a dignidade da pessoa humana e os valores sociais do trabalho (art. 1° da CF/88). São princípios relativos à organização do Estado, ou seja, se não forem respeitados por todos, haverá total desrespeito ao Estado Democrático de Direito, uma vez que não se estará visando desta forma o bem comum.

                                                           Na lição de José Afonso da Silva, citando André Lalande[8], “‘fundamento’ é um termo tirado da Arquitetura, e significa aquilo sobre qual repousa certa ordenação ou conjunto de conhecimento, aquilo que dá a alguma coisa sua existência ou sua razão de ser, aquilo que legitima a existência de alguma coisa.” Diz ainda o autor que “Nesse sentido, aqueles fundamentos da República Federativa do Brasil são as bases sobre as quais ela assenta enquanto Estado Democrático de Direito. Faltando um daqueles fundamentos indicados no art. 1º, a República Federativa não se caracterizará como Estado Democrático de Direito. Isso quer dizer, como já acenado antes, que aqueles fundamentos são do Estado Democrático de Direito. Este é que tem sua existência, sua razão de ser, sua legitimidade, assentadas naqueles fundamentos. “Fundamento” pode significar, também, elemento primordial de um ser.”

                                                           Sendo assim, é obrigação de todos zelar pela dignidade da pessoa humana, eis que trata-se de um direito fundamental preconizado na Constituição Federal de 1988. Entretanto, é importante que a definição de dignidade da pessoa humana seja bem definida dentro da sociedade. Por dignidade podemos entender que é a honra, a decência, o decoro, a respeitabilidade, o brio, o puder, o amor-próprio, o respeito a si mesmo.

                                               Em suma, toda vez que uma pessoa sinta que seu amor próprio foi ferido, ou sinta que está sendo desrespeitada sua honra ou decoro, estamos diante de total afronta a dignidade da pessoa humana.

                                                           Há que se ressaltar, que quando se afronta também direitos da personalidade (que é o primeiro bem da pessoa, que lhe pertence como primeira utilidade, para que ela possa ser o que é, para sobreviver e se adaptar às condições do ambiente em que se encontra, servindo-lhe de critério para aferir, adquirir e ordenar outros bens[9]), tais como a vida, a integridade física e psíquica, a liberdade, a imagem, a privacidade, fere-se diretamente a dignidade da pessoa humana, tendo em vista serem direitos subjetivos próprios da pessoa absolutos, inatos, indisponíveis, intransmissíveis, irrenunciáveis, imprescritíveis, impenhoráveis e inexpropriáveis.

                                                           No caso em discussão, primordialmente deve ser destacado dentre os direitos da personalidade, a integridade física e moral. A jovem modelo (algumas ainda crianças) devem ter asseguradas sua integridade física e moral, mesmo porque seu corpo ainda está em desenvolvimento, o que pode acarretar em grandes malefícios à sua saúde.

                                                           De acordo com o artigo 196 da CF/88, a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.” (grifo nosso).

                                                           Logo, o Estado tem o dever de zelar pela saúde de todos os brasileiros e estrangeiros que residam no país. E este dever se estende a criação de leis e regulamentos na área trabalhista, visando a redução de riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança, conforme o disposto no art. 7º, inciso XXII da CF/88, que trata dos direitos dos trabalhadores, para que assim prevaleça um dos fundamentos do Estado Democrático de Direito, qual seja, os valores sociais do trabalho.

                                                           Por isso, a exigência de modelos cada vez mais magras, podendo acarretar uma anorexia ou bulimia ou até a morte, deve ser tratado também na esfera trabalhista, pois se há a possibilidade do reconhecimento do vínculo empregatício com as agências de modelos, o descumprimento de direitos constitucionais pode gerar uma indenização por dano moral na Justiça do Trabalho.

                                                           O próprio artigo 27 da lei n° 6.533/78, diz que “nenhum artista ou técnico em espetáculos de diversão será obrigado a interpretar ou participar de trabalho possível de pôr em risco sua integridade física ou moral”.

                                                           Logo, é dever das agências zelar pela saúde das modelos que fazem parte do seu cast, exigindo atestados médicos ao efetuarem a contratação do jovem aspirante a modelo, e exames periódicos durante toda relação de emprego. Assim, a agência estará não só protegendo a saúde das modelos, como também estará se resguardando de futuros processos judiciais, pois se deixar de cumprir uma obrigação legal (as agências de modelos assumem os riscos da atividade econômica como qualquer outro empregador), poderá ser compelida a pagar uma indenização por danos morais a modelo que venha a desenvolver problemas de saúde provenientes de sua negligência como empregadora.

                                                           Frise-se que, se a agência exigir que a modelo fique abaixo do peso como pré-requisito para mantê-la no cast, ou passe a discriminá-la não repassando mais trabalhos publicitários, mesmo seu IMC estando abaixo do normal (o que não deve mais ser permitido), já dará ensejo a indenização por danos morais diante da afronta literal ao princípio da dignidade da pessoa humana.


 

[2] BARROS, Alice Monteiro de. “As relações de trabalho no espetáculo”.São Paulo/2003. LTR editora Ltda., p.101.

[3] “DNA e pobreza” definem a futura top model brasileira”. Ilustrada. Folha de São Paulo. 28/11/2006. Dados retirados da Internet. A seguir parte da reportagem: “Se fizer um editorial de moda, horas à disposição de fotógrafos e editores, R$ 70 a R$ 80. A São Paulo Fashion Week pagará uma média de R$ 400 por desfile dessas “new faces” (novatas). Se a marca de roupas ou acessórios quiser fazer desfiles exclusivos para suas clientes, o que se chama de “showroom”, então a menina receberá de R$ 200 a R$ 400 por um dia inteiro de trabalho. Dessa quantia, a agência ficará com 30%.

[4] BARROS, Alice Monteiro de. Op.cit, p. 101/102.

[5] A modelo detém direitos sobre seu trabalho, inclusive para autorizar sua reprodução nos meios de comunicação.

[6] Dados fornecidos pelo Sindicato dos Modelos Profiss – SAMMEP.

[7] BARROS, Alice Monteiro de. Op.cit, p. 32/33.

[8] SILVA, José Afonso da. “Comentário Contextual à Constituição”, 1ª ed. São Paulo. Malheiros Editores Ltda., p. 35. Nesta página o autor cita André Lalande, verbete “Fondement, Vocabulaire Téchnique et critique de la Philosophie, 15ºed.

[9] DINIZ, Maria Helena. “Código Civil Anotado”, 9ª ed., São Paulo/2003. Editora Saraiva, p. 27. Para a definição de Personalidade a Doutrinadora cita Goffredo Telles Jr.

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